Para onde vão os desempregados?

Em 27 de setembro de 2019 0:54

Lourival Serejo

A matemática e a estatística têm sido aliadas dos estudos sociais por alertarem para situações nem sempre percebidas pela sociedade e pelos governantes. Nenhum gestor responsável, hoje, pode ignorar a avaliação dos números, principalmente se exerce um cargo político.

Esta crônica se vale da comparação de números para acionar o botão de alarme da questão do desemprego.

Nosso Tribunal de Justiça vai realizar concurso para preenchimento de 63 vagas de servidores. Para esse número irrisório de lugares, inscreveram-se 98 mil candidatos. Como milhares não pagaram as inscrições, o número ficou reduzido para 65 mil. Serão, portanto, 65 mil candidatos, concorrendo por 63 vagas, respeita- das as respectivas divisões por cargos. Antes, os concursos eram locais ou, no máximo, regionais. Hoje, não, são nacionais. Inscrevem-se candidatos de todos os rincões do país.

O que significam esses números?

Não há maior alarme social do que esse para alertar os governantes sobre o índice de desemprego no Brasil e o perigo que esse problema representa para a estabilidade social e econômica da sociedade.

Pressionados pelo desemprego, os jovens tendem a buscar qualquer tipo de alternativa para superarem a situação em que se encontram. Dentre essas opções, surge o crime, de braços abertos para acolhê-los.

Criou-se uma Força Nacional para combater a violência; os Secretário de Segurança reúnem-se constantemente para discutirem políticas de repressão ao crime; o Ministério da Justiça oferece apoio aos estados nessas ações e, agora, está pedindo apoio econômico da Fiesp e de bancos oficiais para essas medidas; a imprensa denuncia diariamente atos de violência praticados em todos os cantos do país.

E para combater o desemprego, o que se anda fazendo? Desemprego também é violência. Violência contra a dignidade do cidadão, contra seu direito ao trabalho. Já calcularam as situações de jovens desempregados sem celulares, sem roupas, sem tênis, sem poderem ir a uma festa, sem poderem beber uma cerveja nos finais de semana, sem poderem ir a um estádio de futebol, sem nada, sem nada. Alguns mais desesperados circulam pelas ruas como zumbis.

A cada progresso da inteligência artificial, o desemprego tende a aumentar. Essa proporção cruel vai piorar as coisas. Por mais que se evite assumir uma postura negativa, esses números aqui expostos confirmam o aspecto – ou espectro? – alarmante da situação.

O desemprego, que é um problema político, pode tornar-se um caso de polícia, uma vez que o destino de muitos jovens, principalmente os mais pobres, é acabar, mais cedo ou mais tarde, numa prisão qualquer, acusados da prática de algum crime, levados pelo ócio ou pelo desespero.

Lembrem-se daquele político do Império: “Façamos a revolução antes que o povo a faça?” Já imaginaram essa massa de desempregados ocupando as ruas como em 2013? Será que levarão flores nas mãos?

Os números desproporcionais do concurso do Tribunal de Justiça ex- põem uma das causas mais imediatas da criminalidade: o desemprego. Será preciso mais evidência para deduzir- se que é a clientela de desempregados que aumenta as fileiras do crime?

Quisera estar errado, como se estivesse pregando profecias de Cassandra, ao pintar esse quadro negro do futuro. Mas o problema do desemprego não está sendo levado a sério no Brasil. Se os líderes políticos tivessem mais compromisso com a República, não estariam dormindo sossegados.

Artigo publicado no Jornal O Imparcial do dia 26/09/2019.

Lourival de Jesus Serejo Sousa é natural de Viana, membro da Academia Vianense de Letras . Formou-se em Direito, em 1976, mais detalhes em http://www.academiamaranhense.org.br/lourival-de-jesus-serejo-sousa/

Parasita em Peixe Nativo da Baixada Maranhense

Em 22 de agosto de 2019 20:46

Hoplias malabaricus, da família Erythridea conhecido popularmente como traíra é um peixe piscívoro, o que favorece a ingestão de parasitos externos (Etoparasitos), principalmente do filo nematoda.

O filo NEMATODA, do gênero Anisakis são endoparasitos cilíndricos e alongados, conhecidos popularmente como vermes do intestino. Esse parasita possui ciclo de vida indireto, necessitando de um hospedeiro intermediário (PORTZ, et al, 2013; SANTOS et.al. 2013).

Os Nematóides adultos são encontrados parasitando principalmente o trato digestório dos peixes, assim como demais órgãos e estruturas, enquanto que as larvas podem se encistar na musculatura e em demais órgãos (MACIEL, 2013; EIRAS et.al., 2013). No peixe pode provocar (intestino), ulceração e perfuração gástrica, causando grave processo anemiante.

Seu desenvolvimento no hospedeiro intermediário “é essencial para o fechamento do seu clico de desenvolvimento, vertebrados tais como: mamíferos, aves, peixes” Invertebrados tais como: microcrustáceos, larvas de insetos e oligoquetos (THATCHER, 2006; PORTZ , et. al. 2013).

Quanto ao manejo sanitário verifica-se que esses vermes se desenvolvem em um ambiente poluído, uma vez que esse parasita atua como indicador de alteração na qualidade sanitária do ambiente, causando estresse no animal e baixa imunidade a doenças. Gera perda econômica em relação ao peixe comercializado com vermes, alimento preparado de forma não adequada pode causar problemas a saúde humana.

Como profilaxia, deve-se evitar o lançamento de dejetos nossos rios e lagos, como principal medida a ser tomada para evitar esse tipo de problema.

 Olinda Nova do Maranhão 22 de agosto de 2019

Texto: Wenison Penha, Graduado em Engenharia de Pesca – UEMA  

Contato: Email: wenysson@hotmail.com / fone: (98) 9849-8531.

 

Conhecendo a Baixada Maranhense

Em 28 de maio de 2018 15:40

A região é uma das mais ricas do Maranhão em diversidade de vegetação e fauna, mas sofre com os problemas de desenvolvimento.

Para os maranhenses, o termo Baixada é bastante conhecido e muito utilizado principalmente pelas pessoas provenientes desta região e espalhadas pelo restante do estado. Mas o que é realmente a Baixada Maranhense e o que ela representa para o Maranhão? A Baixada Maranhense localiza-se no extremo norte do estado do Maranhão, abrange 21 municípios e tem 1.775.035,6 hectares de extensão. Pinheiro, com uma população de 78 mil pessoas, é considerado o município mais populoso entre os que integram esta região.

É composta por 21 municípios – Anajatuba, Ariri, Bela Vista do Maranhão, Cajari, Conceição do La- go-Açu, Igarapé do Meio, Matinha, Monção, Olinda Nova do Maranhão, Palmeirândia, Pedro do Rosá- rio, Penalva, Peri-mirim, Pinheiro, Presidente Sarney, Santa Helena, São Bento, São João Batista, São Vicente Férrer, Viana e Vitória do Mearim.

Conhecendo a Baixada Maranhense

Em 26 de março de 2018 23:03

A região é uma das mais ricas do Maranhão em diversidade de vegetação e fauna, mas sofre com os problemas de desenvolvimento.

Para os maranhenses, o termo Baixada é bastante conhecido e muito utilizado principalmente pelas pessoas provenientes desta região e espalhadas pelo restante do estado. Mas o que é realmente a Baixada Maranhense e o que ela representa para o Maranhão? A Baixada Maranhense localiza-se no extremo norte do estado do Maranhão, abrange 21 municípios e tem 1.775.035,6 hectares de extensão. Pinheiro, com uma população de 78 mil pessoas, é considerado o município mais populoso entre os que integram esta região.

É composta por 21 municípios – Anajatuba, Ariri, Bela Vista do Maranhão, Cajari, Conceição do La- go-Açu, Igarapé do Meio, Matinha, Monção, Olinda Nova do Maranhão, Palmeirândia, Pedro do Rosá- rio, Penalva, Peri-mirim, Pinheiro, Presidente Sarney, Santa Helena, São Bento, São João Batista, São Vicente Férrer, Viana e Vitória do Mearim.

A Baixada Maranhense possui uma população predominantemente rural, com exceção de Arari, Pinheiro, Santa Helena, São Bento e Viana, que apresentam a população urbana como mais expressiva, segundo o Censo 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Características

A área é reconhecida principalmente por conta de seus imensos campos, que podem ser divididos em inundáveis e tesos. Na época das chuvas, de dezembro a julho, os campos baixos ficam alagados, restando ilhas de terras firmes e áreas de campos em terreno um pouco elevado, chamadas regionalmente de “teso”.

Durante as cheias, ocorre o transbordamento dos rios, formando-se numerosos lagos. Os rios da Baixada Maranhense são típicos de planícies, caracterizados por baixo declive nos trechos médio e baixo. A região é drenada pelos rios Mearim, Pindaré, Grajaú, Pericumã e afluentes. Além dos campos, há quatro vegetações importantes para a caracterização da Baixada: manguezais, babaçuais, matas de galeria e Floresta Amazônica.

Nos estuários, os manguezais ocorrem penetrando os igarapés, por entre os campos, até onde existe influência das marés. Os babaçuais ou cocais são um tipo de ecossistema característico da área. O solo é argiloso, pouco consolidado, com grande retenção de água.

Área de proteção

A região foi transformada em Área de Proteção por meio de um decreto estadual em 1991. Em 2000, a Área de Proteção da Baixada Maranhense ganhou a classificação de Sítio Ramsar. O governo federal inclui nesta lista as áreas úmidas do Brasil que precisam ser protegidas. Além da Baixada, o Maranhão tem outros dois locais deste tipo: Parque Estadual Marinho do Parcel de Manoel Luiz (2000) e Área de Proteção Ambiental das Reentrâncias Maranhenses (1997).

O Ramsar foi criado em uma convenção mundial realizada no Irã em 1971. Em 2011, a Convenção das Zonas Úmidas (Ramsar) descreveu a importância da conservação da Baixada Maranhense.

“A APA da Baixada Maranhense é uma área de rica biodiversidade, pois incorpora uma complexa interface de ecossistemas, incluindo manguezais, babaçuais, campos abertos e inundáveis, estuários, lagunas e matas ciliares. Esse mosaico de fisionomias e sua extensão na paisagem torna a APA uma unidade de conservação de extrema importância, pois permite a ocorrência de processos ecológicos de grande escala, além de que a área de manguezal funciona como regulador local dos estoques pesqueiros”, descreve o documento.

Ecossistemas localizados na zona de transição entre os biomas Amazônia e Cerrado, com influência dos ambientes costeiros e marinhos, destacando-se as zonas úmidas que proporcionam habitat para diversas espécies aquáticas, incluindo aves, em abundância, além de espécies vegetais (castanheira, gameleira, embaúba, cedro e babaçu) que são importantes para a economia das populações locais.

Campos inundáveis

São o sistema ecológico mais representativo na região, dominado por herbáceas (gramíneas e ciperáceas) e sofre inundação sazonalmente. Predomina a água doce, mas há incursões de água salobra nas partes mais próximas à costa. A salinidade também varia sazonalmente, sendo, mesmo nessas áreas, 100% doce na época chuvosa e salobra, na seca.

Rios e igarapés

São um conjunto bastante complexo, variando desde nascentes em bacias locais até rios de grande porte, de bacias bastante extensas. Inclui alguns igarapés que secam por inteiro na época seca.

Tesos

São ilhas de terra firme (campos herbáceos) inseridas no meio de uma matriz formada por campos inundáveis e estuário. A altura chega a um máximo 10m, com média de 5m. A vegetação inclui palmeiras, floresta pré-amazônica e arbustos. Em algumas áreas há presença de cactáceas consorciadas com mata amazônica. É o lugar preferido para ocupação humana e pecuária bovina ou para criação de outros animais domésticos.

Complexo de lagos

Domina a parte mais meridional do Sítio Ramsar, com a exploração mais intensa de recursos pesqueiros. Apresenta bastante sazonalidade, com conectividade entre os lagos no auge da época chuvosa, que é interrompida quando o nível da água baixa com a seca. A água é 100% doce, normalmente, mas alguns lagos (por ex., o lago Viana) excepcionalmente sofrem incursão de água salgada durante intensas secas. Há presença de macrófitas aquáticas e igapós.

Manguezais e estuários

São vegetações dominadas por Avicennia, Rhizophora, Laguncularia. Há grande diversidade fisionômica, com vegetação que varia de pequeno a grande porte, com árvores de até 30m. Os manguezais ocorrem desde o início da influência da maré, na foz dos rios Pindaré, Mearim, Turiaçu e Pericumã e se estendem ao longo da baía de São Marcos, inclusive ocupando a grande maioria da Ilha do Caranguejo. O estuário inclui extensas áreas de apicuns (clareiras com areia e lama nos manguezais – áreas mais procuradas para criação de camarão em cativeiro). O estuário é muito importante para a vida aquática, incluindo peixes-boi, botos e várias espécies de peixes que utilizam a área em suas rotas migratórias, etc. O mangue abriga o caranguejo, de altíssima importância econômica local.

Matas de terra firme

Este alvo abriga tanto manchas de mata de terra firme pré-amazônica, como os babaçuais, capoeira e matas ciliares. A maior parte da população humana está nessas áreas, onde, inclusive, se localizam as sedes da maioria dos municípios. São ricas em palmeiras de importância econômica. Esta é a zona de uso mais intensivo na APA

Ictiofauna

A ictiofauna inclui espécies endêmicas da bacia amazônica e espécies estuarinas. As espécies de maior importância econômica incluem, no estuário: camurim, sardinha e bagre de água salobra, e, nos lagos e rios de água doce: surubim, curimatã, pescada, piaba, traíra, jeju, piranha, mandi, cascudo etc. Há tanto camarões de água salgada/salobra como espécies de água doce.

Espécies caçadas

Inclui as seguintes espécies de aves: jaçanã (Jacana jacana), o piaçoca (Prophyru- la martinica), inhambus, patos e outras aves caçadas para o comércio, como curió e demais Sporophilas, além de algumas espécies de psitacídeos. Entre os mamíferos: tatus, tamanduás, capivaras, primatas, veados, cutias e pacas. Entre os répteis: quelônios dos mais diversos e o jacaré (Caiman crocodilus).

Desenvolvimento

Em 2016, pesquisadores do Núcleo de Estudos e Pesquisas Ambientais (Nepa) da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) destacaram a importância do uso de indicadores sociais como base para as atividades de planejamento e formulação de políticas públicas nas diferentes esferas do governo.

Os estudiosos realizaram uma pesquisa no intuito de conhecer a realidade socioambiental dos municípios da Baixada Maranhense, para que as políticas públicas sejam elaboradas conforme a situação de cada um, no que se refere ao desenvolvimento. O grupo busca elaborar um sistema de indicadores para avaliar a qualidade urbana dos municípios  que compõem a região. Segundo a coordenadora da pesquisa, Zulimar Márita Ribeiro Rodrigues, doutora em Geografia Humana pela Universidade de São Paulo(USP), no Maranhão, as cidades crescem sem planejamento prévio, ocasionando a acentuação dos aspectos negativos como ausência de saneamento básico, baixos indicadores sociais, violência urbana, dentre outros.

“Tomando com base este índice, para diagnosticar a qualidade dos municípios da Baixada Maranhense, percebe-se que todas as cidades são classificadas como ‘Desenvolvimento Médio’ dentro do limite mínimo para estar neste intervalo. Ou seja, a média dos municípios da referida região é de 0,584”, afirma Márita.

Os intervalos considerados pelo Pnud, para classificar o IDHM, são de: baixo (menor que 0,500), médio (0,500 a 0,800) e alto (superior a 0,800). Esses índices e indicadores como instrumentos para medir e informar sobre as cidades podem ser classificados em duas formas: indicadores intermunicipais e intramunicipais.

O Maranhão é o segundo estado do país com menor IDH. Diante desta realidade, o governo do estado implementou o Plano de Ação “Mais IDH” com a intenção de promover a superação da extrema pobreza e das desigualdades sociais no meio urbano e rural, por meio de estratégia de desenvolvimento territorial sustentável, com políticas públicas que valorizem a diversidade social, cultural, econômica, política, institucional e ambiental das regiões do estado.

O programa definiu como prioridade os 30 municípios do estado com menor desempenho no Índice de Desenvolvimento Humano. Entre eles três municípios da Baixada Maranhense: Cajari, Conceição do Lago-Açú e Pedro do Rosário.

Artigo publicado no Jornal O Imparcial de 24 de outubro de 2017. Autor George Raposo. E-mail: gdinamite@gmail.com

 

Campos da Baixada voltam a ser livres

Em 25 de março de 2018 14:24

Operação durante a Semana da Água eliminou cercamentos ilegais na região e devolveu o acesso aos campos inundáveis.

Na semana em que o mundo celebra o Dia Internacional da Água, o Governo do Maranhão realiza mais uma etapa da operação que assegura o livre acesso de comunidades tradicionais ao bem mais precioso do planeta, a água.  A Operação Baixada Livre, que durante toda a semana libertou os campos da baixada maranhense dos cercamentos ilegais, devolveu às comunidades do município de Matinha o acesso aos campos inundáveis da baixada, principal fonte de vida da região.

A operação, coordenada pelas secretarias de estado do Meio Ambiente (Sema), Direitos Humanos e Participação Popular (Sedih-pop), Agricultura Familiar (SAF), Igualdade Racial (Seir), Instituto de Colonização e Terras do Maranhão (Iterma), Batalhão de Policiamento Ambiental (BPA), Batalhão de  Bombeiros Ambiental (BBA), Polícia Militar, Polícia Civil, com o apoio da Cemar, retirou o total de 21,4km de cercas e aplicou 11 autuações, no território que compreende 1.600 hectares de terras, localizados em SesMaria do Jardim, composto pelas comunidades quilombolas de Bom Jesus, Patos e São Caetano.

A atividade teve caráter fiscalizador e também educativo, pois durante a operação foram feitos todos os procedimentos legais de notificação, autuação e também orientação dos proprietários de terras nas regiões próximas aos campos inundáveis, que embora façam parte do território de propriedade desses fazendeiros, permanecem sob proteção do estado, por meio do Decreto Estadual n º 11.900 de junho de 1991, que criou a Área de Proteção Ambiental (APA) da Baixada Maranhense.

“A utilização de cercas em áreas inundáveis, sobretudo as cercas com eletrificação, são de uso proibido conforme o novo código florestal. Por meio da lei federal nº 12.651 de 25 de maio de 2012, fica previsto pela que em áreas de preservação permanente a manutenção do perímetro mínimo de proteção seja de pelo menos 30 metros. Por isso a Sema realizou os procedimentos administrativos como autos de infração e apreensão dos materiais que são usados nas práticas dos ilícitos ambientais. Os proprietários autuados têm o prazo legal de 20 dias para se defender e caso isso não ocorra, vão responder por uso de área indevida conforme a legislação ambiental”, esclarece o superintendente de Fiscalização da Sema, Fábio Henrique Sousa.

Para o secretário adjunto dos Direitos Humanos da Sedihpop, Jonata Galvão, a privação do uso da água às comunidades tradicionais interfere diretamente no seu modo de vida. “As comunidades tradicionais têm uma relação com a água, especialmente nos campos da baixada, que significam a vida, o trabalho, lazer, significa seu moo de vida. Garantir esse acesso é garantir que as pessoas tenham vida digna. A água não pode ser propriedade de ninguém, ela é pública, é de utilidade para todas as pessoas, especialmente para aquelas que dependem desse recurso hídrico para sua sobrevivência, sua cultura e também para seu modo tradicional de viver.”, ressalta o secretário. Em 1991, a Organização das Nações Unidas divulgou a Declaração Universal dos Direitos da Água como forma de promover a reflexão acerca da importância da preservação dos recursos hídricos do planeta, bem como a sua utilização de forma racional. Em seu primeiro artigo a Declaração define a água como um patrimônio universal e em seu artigo oitavo, que a utilização desse re- curso implica respeito à lei, pois o equilíbrio do nosso planeta de- pende da preservação da água e de seus ciclos.

O secretário de Estado de Igualdade Racial, Gerson Pinheiro, afirma que a atividade do estado durante essa semana é um marco para a preservação da vida e da natureza no Maranhão. “É de fundamental importância que no dia mundial da água o estado do maranhão esteja fazendo essa ação, onde está se retirando as cercas e arames eletrificados dos campos naturais da baixada maranhense, principalmente essa ação que é feita no território de SesMaria dos Jardins, onde as comunidades quilombolas tinham sido impedidas de ter acesso a água e aos recursos dos campos naturais. Água não pode ser cercada, a água deve ser livre para a utilização da comunidade”, avalia.

Matéria publicada no Jornal O Imparcial do dia 25/03/2018. Todos os direitos reservados ao respectivo Jornal. 

A Baixada descortina sua singular epopeia

Em 7 de fevereiro de 2018 23:40

O lançamento do Livro Ecos da Baixada que ocorreu no dia 14 de novembro de 2017, foi um marco na história da literatura maranhense, notadamente nos anais das letras baixadeiras, e revelou-se um evento grandioso para o Fórum em Defesa da Baixada Maranhense – FDBM.

Importante destacar que o citado Fórum é uma sociedade civil, sem fins lucrativos, o qual trabalha por sua região e por sua gente, visando chamar a atenção do Poder Público para os graves problemas enfrentados por aquele conjunto de municípios, bem como auxilia as comunidades locais a superarem obstáculos ao seu desenvolvimento.

O evento foi um “sucesso retumbante”, conforme relato de muitos participantes. Segundo o imortal, membro da Academia Maranhense de Letras, Benedito Buzar, foi “o dia em que a Baixada parou o trânsito da Avenida dos Holandeses, em São Luís”, algo inimaginável para os 32 escritores das crônicas e para a maioria dos baixadeiros ali presentes.

Na abertura, Simão Pedro, professor de música e natural de Matinha, interpretou o Hino Nacional e uma Canção em homenagem à Baixada, de autoria de Gracilene Pinto, natural de São Vicente Férrer, cujas crônicas o leitor pode encontrar nas páginas 156 e 191.

Em seguida, o “Poema para a Baixada Maranhense” foi declamado pelo seu autor, Hilton Mendonça, natural de Arari. O belo poema consta no introito da obra. Hilton também empresta o seu talento literário por meio de duas crônicas que poderão ser encontradas nas páginas 143 e 180.

Elinajara Pereira, natural de Bequimão, declamou o poema denominado “Ecos …”, composto por Rafael Marques em homenagem aos Ecos da Baixada e à sua amiga Elinajara, esta possui uma bela crônica, que pode ser encontrada na página 56.

 A Presidente do Fórum da Baixada, Ana Creusa, ressaltou a importância da união dos baixadeiros em prol da Baixada, e destacou que o Fórum é composto de pessoas com tendências e preferências, teorias, modelos e concepções políticas diferentes. Porém, o que os une é o sentimento único de amor à Baixada, que os torna irmãos. Os textos de Ana Creusa estão nas páginas 67 e 160.

Em sua fala, o primeiro Presidente do Fórum da Baixada, idealizador e organizador da obra, Flávio Braga, natural de Peri-Mirim, agradeceu aos ecoerios, como carinhosamente são chamados os cronistas, e ainda discorreu sobre a importância da obra Ecos da Baixada para região. As belas crônicas de Flávio estão dispostas nas páginas 83 e 98.

O Superintendente do Sebrae, João Martins, natural de Bequimão, demonstrou apoio ao Fórum da Baixada, do qual é filiado. Em sua fala, destacou a importância da obra “Ecos da Baixada”, a qual ajudará a Baixada a ecoar longe, inclusive em Brasília e outros recantos do Brasil, quiçá do exterior.

O Presidente da Academia Maranhense de Letras, brincou que os ecos da Baixada chegaram a Itapecuru, sua terra natal, e que a Baixada parou o trânsito de uma das principais avenidas de São Luís.

Natalino Salgado, com seu talento peculiar, brindou os baixadeiros com a crônica “A Baixada Maranhense e sua Vocação para a Grandeza”, que pode ser encontrada à página 35.  Como representante dos ecoeiros, saudou a todos. Em seguida, nos brindou com um texto dedicado a seu pai, matéria que evidencia o amor do seu genitor pela a sua bela Cururupu.

Em seguida foi servido um coquetel que, como se diz na Baixada “não deu para quem quis”.

Foi gratificante ver tantas pessoas disputando autógrafos, tirando fotos e fazendo selfies com os ecoeiros, numa verdadeira pororoca de emoções, como disse o ecoeiro Manoel Barros, natural de São João Batista, ao descrever o festival de emoções, envolvidas em todo o processo de lançamento do livro Ecos da Baixada.

Eis que a Baixada descortina sua singular epopeia, por meio dos Ecos da Baixada!!!

Texto de Ana Creusa, presidente do FDBM e cronista do livro. Revisão de Hilton Mendonça, escritor, compositor e cronista do livro.

 

ACHADOS PRÉ-HISTÓRICOS DOS POVOS DA BAIXADA

Em 17 de janeiro de 2018 20:16

Na manhã do dia 11 de janeiro de 2018, o Fórum em Defesa da Baixada Maranhense – FDBM visitou o Laboratório de Arqueologia da UFMA, em companhia do forense Prof. Mestre Manoel Barros e do aluno bolsista do Curso de História Flaviomiro Mendonça, que apresentou aos presentes, parte do grande acervo do Laboratório de Arqueologia, que é composto de peças de povos pré-históricos que habitavam em estearias, que são sítios arqueológicos específicos da Baixada Maranhense.

O acervo é composto por cerâmicas (vasilhames, estatuetas, pratos, cálices, peças de tecelagem) e ferramentas de pedra. Segundo explicou Flaviomiro Mendonça, as estearias foram habitações coletivas de povos antigos da Baixada, construídas no leito dos rios, fixadas por meio de estacas.

Foram encontradas urnas funerárias que, segundo os achados arqueológicos, os mortos primeiramente eram enterrados em covas comuns e depois apenas os ossos eram depositados em urnas de acordo com o tamanho do esqueleto.

Também foram coletados vários restos de madeira utilizados na construção das estearias. Esses fragmentos já foram catalogados e serão objeto de estudo em Universidade dos EUA, a fim de identificar a variedade da madeira.

Na oportunidade, o Prof. Manoel Barros discorreu sobre a importância do baixadeiro Raimundo Lopes para a arqueologia da Baixada.

Os forenses ficaram impressionados com a quantidade de informações que aquele laboratório possui sobre os ancestrais dos baixadeiros.

Todos saíram com a certeza de que precisam conhecer melhor essa preciosidade histórica da Baixada Maranhense, sob a guarda profissional e atenciosa do Laboratório de Arqueologia da UFMA.

 

 

O bloco Piaba Maluka e o FDBM: uma história de tradição e sucesso.

Em 9 de janeiro de 2018 20:45

O bloco Piaba Maluka foi criado há mais de 10 anos pela família Braga, segundo afirmou Maninho Braga na confraternização do FDBM, o bloco foi criado como uma forma de identificação dos familiares em meio aos demais foliões no período carnavalesco. O nome do bloco é uma homenagem ao peixe mais conhecido e mais apreciado da Baixada Maranhense e principalmente de Peri-Mirim, município de origem da família genitora do bloco. Ao longo dos anos, o bloco foi ganhando cada vez mais adeptos e com a criação do FDBM em 2015, o Piaba Maluka passou a ser  mais uma atividade de integração entre os irmãos baixadeiros, se tornando o principal pré-carnaval que reúne gente da região na capital do Estado.  Este ano, a folia carnavalesca acontecerá no dia 27 de Janeiro, a partir das 14 horas na AABB, no Calhau. O abadá que traz como tema a copa do mundo e a campanha #DiquesDaBaixadaJá, está sendo comercializado ao preço de R$ 20,00,  e quem tiver interesse em adquirir é só entrar em contato com Leonardo Cardoso pelo WhatsApp 98737-2390 e fazer a encomenda.

Não perca essa grande festa, venha participar conosco!

 

Com humildade e trabalho, que venha 2018

Em 31 de dezembro de 2017 12:55

O Fórum em Defesa da Baixada Maranhense (FDBM) é uma sociedade civil, sem fins lucrativos, acima de quaisquer interesses pessoais dos seus associados, criada para ser um canal de interlocução com as diversas esferas do Poder Público, a fim de ajudar na superação das necessidades históricas da Baixada Maranhense.

Constituído em 16 de maio de 2015, o FDBM rege-se pelo seu Estatuto Social, observando, ainda, os preceitos da Constituição Federal, sobretudo os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.

Nos dois anos e meio de existência, o FDBM coleciona desafios e conquistas. O ano de 2017 pareceu pequeno para tantas atividades. Ano em que forenses perderam entes queridos e nossa sociedade chorou junto, mas demonstrou solidez para seguir em frente, consolidando a sua missão de trabalhar em prol da Baixada.

Segue o resumo das atividades de 2017:

  • 04/01 – Visita à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Social – SEDES, a fim de obter informações sobre o Projeto Diques da Produção, ocasião em que tomou conhecimento do cronograma e constatou a organização e transparência do processo;
  • 10/01 – Reunião da Câmara Temática da Educação, discussão sobre a implantação de Academias de Ciências, Letras e Artes nos Municípios da Baixada, em que ficou definido a minuta de Estatuto das academias e definida reunião com o município de Matinha;
  • 05/02 – Pré-carnaval dos baixadeiros, apresentação do Bloco Piaba Maluka, na AABB, com o enredo “Diques da Baixada Já”;
  • 12/02 – O FDBM repercute matéria veiculada no Jornal O Imparcial, de autoria de Flávio Braga, em que esclarece as razões pelas quais o Projeto Diques da Baixada é a principal bandeira de luta do Fórum da Baixada;
  • 18/02 – O FDBM repercute o artigo “A Penúria da Rica Baixada” publicada no Jornal O Imparcial, de autoria de Flávio Braga;
  • 11/04 – O FDBM repercute e parabeniza a eleição do forense Dr. Natalino Salgado, que foi eleito membro efetivo da Academia Nacional de Medicina;
  • 26/04 – Membros do FDBM visitam empreendimento em Itans – Matinha;
  • 21/06 – Reunião com o Senador Roberto Rocha, em que o parlamentar avisou aos forenses que a Codevasf entrou com o processo de contratação de cerca de R$ 7,4 milhões em serviços voltados para o projeto, sendo R$ 3,6 milhões para a elaboração do Estudo de Impacto Ambiental e de seu respectivo relatório e 3,8 milhões para os serviços de levantamento cartográfico e o início das obras está previsto para o segundo semestre de 2018;
  • 04/07 – Reunião sobre a implantação da Academia de Artes, Ciências e Letras do Município de Matinha, em que foram definidas as datas de cada ação;
  • 06/07 – O FDBM repercute o artigo de Nonato Reis “Baixada Maranhense e o Instituto Histórico”, com a perspectiva de incluir em seu planejamento ações para implantação do instituto;
  • 20/07 – Reunião no Palácio dos Leões sobre Edital da FAPEMA sobre a cadeia produtiva da mandioca e da meliponicultura;
  • 29/07 – Participação na implantação da Academia Matinhense de Artes, Letras e Cultura – AMCAL. O Fórum da Baixada sente-se orgulhoso em fazer parte dessa conquista;
  • 19/08 – Assembleia Geral do Fórum, para eleição da nova Diretoria, com mandato para o biênio 2017/2019;
  • 22 a 24/08 – Participação no III Congresso Maranhense de Consórcios Públicos Intermunicipais, realizado no auditório Fernando Falcão, da Assembleia Legislativa do Maranhão, promovido pela Federação Maranhense de Consórcios Públicos Intermunicipais (Femaci) e demais parceiros;
  • 30/08 – Reunião de Diretoria, para definição de nivelamento, ações e projetos para o ano em curso e regras para os grupos;
  • 06/09 – Reunião com o Superintendente da Codevasf, para tratar da chegada de técnicos de Brasília, para fazer vistoria in loco de áreas de inserção dos Diques da Baixada;
  • 11/09 – Reunião com técnicos da Codevasf, para definir vistoria aos municípios de Bacurituba e Cajapió, em que o Fórum da Baixada enviará expedicionários;
  • 12 a 15/09 – Expedição do Fórum às áreas de inserção dos Diques da Baixada, participaram os forenses Antônio Valente e Expedito Moraes, acompanhando técnicos da Codevasf aos municípios de Bacurituba e Cajapió;
  • 25/09 – Visita ao Gabinete do Deputado Baixadeiro Raimundo Cutrim (PCdoB), o parlamentar será o autor do Projeto de Lei que tornará de Utilidade Publica 
  • 17/10 – Reunião de Diretoria, para fins de relatório dos expedicionários, análise de conjuntura e outros informes;
  • 25/10 – Reunião específica para tratar da expedição à área de inserção dos Diques da Baixada em Viana;
  • 27/10 – Aprovada a Lei Estadual nº 10.704/2017, que o considera de utilidade pública o Fórum da Baixada Maranhense;
  • 30/10 – Aprovação do Projeto de Lei Municipal nº 217/2017 que considera o Fórum da Baixada de utilidade pública;
  • 03/11 – Visita à Cooperativa Agroecológica dos Meliponicultores da Baixada Maranhense – COAMEL, com sede em Peri-Mirim, constatando que o empreendimento possui instalações adequadas, carecendo de investimento para o funcionamento adequado;
  • 14/11 – Lançamento do Livro Ecos da Baixada, o evento foi antecedido de muitas entrevistas dos ecoeiros em rádios, jornais e televisão, bem como a publicação de artigos na imprensa. Conforme relatos, foi o dia que “a Baixada parou a Avenida dos Holandeses;
  • 18/11 – Participação no Empório Social, na Praça da Árvore no Cohatrac – São Luís, em que se discutiu a participação da sociedade no cuidado com os bens públicos;
  • 19/11 – Expedição para acompanhar a X Expocapril em Bequimão, com o apoio do Sebrae, em que assistimos a aulas de empreendedorismo, trato de caprinos e ovinos, bem como visitamos a construção da estrada e ponte Central -Bequimão, em companhia de Tonho Martins. Sendo considerada por todos, como uma das melhores expedições;
  • 24/11 – Participação na Semana Escolar sobre Revitalização dos Rios, evento organizado pela Codevasf;
  • 02/12 – Expedição para lançamento do Livro Baixada em São João Batista, com a presença de eocoeiros do município e visita ao Porto da Raposa;
  • 04/12 – Participação no lançamento dos livros Serões da Baixada no Maranhão e nas Asas de um Colibri, de Gracilene Pinto, que utilizam o selo FDBM;
  • 06/12 – Reunião de trabalho para a construção do site do Fórum da Baixada;
  • 08/12 – Participação na AgriTEC de Cururupu, com passagem pelo Banco do Brasil de Mirinzal, em que o Gerente Wilson Penha adquiriu o Livro Ecos da Baixada para disponibilizar aos funcionários;
  • 15/12 – Confraternização dos Forenses, sendo considerada uma “noite mágica”, com boa música e homenagem aos forenses: Antônio Valente, Flávio Braga, Nélio Júnior, Luiz Moraes e Valmir Abreu, às instituições parceiras (Sebrae e AMCAL), aos radialistas Jersan Araújo e Carlos Henrique, aos casais forenses: Andreia e Flávio, Concita e José Maria, Estela e Ferreira, Binha e Maninho, Marlilde e Alexandre e Zezé e Léo; Condecoração da Rainha das Expedições, Leuzanira Furtado e solenidade de filiação de novos forenses;
  • 18/12 – Participação no I Encontro de Fóruns Regionais de Secretários de Municipais de Agricultura, em que se discutiu a elaboração de uma carta, a fim de consolidar a luta pela municipalização da Agricultura;
  • 22/12 – Atendendo a convite, participação na festa de confraternização do Senador Roberto Rocha, ocasião em que foi repassado um vídeo com informações sobre os Diques da Baixada;
  • 23/12 – Divulgação de que o site do Fórum está em teste: http://fdbm.org.br

E assim concluímos mais um ano, que possamos enfrentar os desafios do ano vindouro com união, coragem, coerência, tendo como norte os princípios da igualdade, da fraternidade e da Justiça.  

Feliz 2018 para todos.

 

Texto: Ana Creusa Santos 

 

 

 

 

 

 

CONFRATERNIZAÇÃO DO FDBM 2017

Em 20 de dezembro de 2017 18:14

Na última sexta-feira dia 15, aconteceu em São Luís a confraternização do Fórum em Defesa da Baixada Maranhense – FDBM, veja as fotos aqui com o objetivo de promover a interação entre os irmãos baixadeiros, e valorizar o trabalho daqueles que durante todo o ano dedicaram várias horas de seu tempo para a esta entidadade. Tendo à frente do cerimonial a Primeira-Secretária Elinajara Pereira com o auxílio da Presidente Ana Creusa Santos, a festa que teve várias homenagens e condecorações contou com o cantor Pinheirense Fernando Pessoa como a atração musical da noite.  As instituições homenageadas foram o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), o qual o Superintendente João Martins estava representando,  e a AMCAL (Academia Matinhense de Ciências, Artes e Letras) que teve como representantes o Presidente Cesar Brito e a Vice-Presidente Edleuza Brito. Já os homenageados com comenda foram os forenses Flávio Braga, Antônio Valente, Luiz Morais, Nélio Júnior e Valmir Abreu. O troféu imprensa foi dedicado a Jersan Araújo (Jornal Pequeno) e Carlos Henrique (Galinho, da Rádio Educadora), por serem profissionais que sempre foram vozes em favor da Baixada Maranhense.  Este ano, o FDBM prestou homenagem aos casais forenses, pessoas que juntos dividem o amor pelas causas da região. Os homenageados foram , Andreia e Flávio,  Concita e José Maria, Estela e Ferreira, Binha e Maninho, Marlilde e Alexandre, Mariana e Lolico, Zezé e Leonardo. Em seguida, houve a condecoração a Leuzanira Furtado, que recebeu o título de Rainha das Expediçõese será a responsável pelo calendário das expedições de 2018. Por fim, houve a apresentação dos novos cadastrados ao FDBM com o lema: “Baixada, verás que um filho teu não foge à luta”. Encerrado o cerimonial, foi servido um delicioso jantar e os forenses se confraternizaram alegremente. Confira aqui alguns depoimentos de quem esteve na confraternização.