UEMA promove a VIII Semana Acadêmica das Ciências Agrárias

Em 12 de setembro de 2019 0:27

UEMA promove a VIII Semana Acadêmica das Ciências Agrárias

Ocorrerá no período de 17 a 20 de setembro, na Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), a VIII Semana Acadêmica das Ciências Agrárias, com o tema “O PROFISSIONAL DAS CIÊNCIAS AGRÁRIAS: Desafios e Perspectivas”, envolvendo os cursos de Agronomia, Engenharia de Pesca, Medicina Veterinária e Zootecnia.

O evento conta com uma programação diversificada, visando o intercâmbio de conhecimentos relacionados com a área das Ciências Agrárias, como complementação extracurricular para os discentes e docentes dos referidos cursos, bem como a interação com docentes de outras universidades, profissionais, empresas e a comunidade em geral, com a visão para as novas tecnologias, a inserção destes no mercado de trabalho e contribuir para a formação ou atualização destes profissionais.

O tema é muito importante para os baixadeiros, pois é sabido que a assistência técnica no campo é fundamental para o desenvolvimento sustentável da Baixada Maranhense; a exemplo de vários arranjos produtivos como hortas comunitárias e nas escolas, criação de peixes, abelhas, ovinos, caprinos e outros. O tema chamou bastante atenção  dos forenses, especialmente dos estudantes de Ciências Agrárias do Instituto Federal de Educação – IFMA/Maracanã, David Cutrim, que é membro da diretoria do Fórum em Defesa da Baixada (FDBM) e Leuzanira Furtado, a Rainha das Expedições do FDBM. 

Destaca-se, ainda, o envolvimento dos gestores do Projeto Bosques na Baixada, os doutores José Ribamar Gusmão Araújo e Jucivan Ribeiro Lopes., que são professores do curso de Agronomia da UEMA.

O FDBM deseja que a VIII Semana Acadêmica das Ciências Agrária seja coroada de êxito.

Mais informações no www.cca.uema.br.

Fonte: https://www.uema.br/2019/07/uema-realiza-a-viii-semana-academica-das-ciencias-agrarias/#prettyPhoto

Estatuto da ALCAP

Em 11 de setembro de 2019 19:27

Minha terra, minha origem

Em 5 de setembro de 2019 22:10

Minha terra, minha origem
César Brito em Lisboa

Carlos César Silva Brito lança sua primeira obra, denominada Minha terra, minha origem.  O autor é o prestigiado presidente da Academia Matinhense de Ciências Artes e Letras – AMCAL  A obra foi escrita no estilo crônica poética, que retrata fielmente o passa no coração e na alma do autor, que tem o hábito de preservar a natureza e velejar pelas águas do Lago do Aquiri, que serpenteiam as terras dos seus ancestrais. O livro foi inicialmente lançado em Portugal, entre os dias 25 e 27 de julho deste ano, e deve ser relançado na Feira do Livro, em São Luís.

Minha terra, minha origem é uma obra para ser lida na vagarosidade da vida do interior, distanciando-se da correria já consolidada dos grandes centros urbanos, explorando, analisando e degustando cada verso, linha, parágrafo, como se fosse, numa analogia propicia ao momento, um gostoso produto da saborosa e peculiar culinária baixadeira, por todos apreciada. 

O poeta homenageia sua família e traz informações que serão essenciais para quem quer obter o conhecimento das origens de Viana/Matinha, suas fronteiras, pontos de vistas, histórias, bem como regalar-se num bom espaço de poesias.

No mês de agosto do ano passado, César Brito e sua esposa Ângela receberam, com carinho, o Fórum em Defesa da Baixada em sua propriedade em Matinha. Um lugar aprazível que o Dr. Gusmão, professor de Agronomia da UEMA e um dos palestrantes do evento, denominou de “Santuário de Ponta Grossa”, onde coexistem várias espécies de animais e plantas exibem suas riquezas de formas, cores e aromas, com certeza, fontes de inspiração ao autor.

Prefaciada e revisada pelos imortais da AMCAL, João Carlos da Silva Costa Leite,  e Maria Zilda Costa Cantanhede, respectivamente, a obra MINHA TERRA, MINHA ORIGEM tem um público alvo: aqueles que prestigiam e se deleitam na epopeia da arte poética e os muitos admiradores do autor, dada a sua capacidade de cativar pelo exemplo de um ser humano especial. Boa sorte, César Brito, é o que lhe deseja seus irmãos forenses. O Livro está disponível para venda na Livraria AMEI do São Luís Shopping em São Luís.

Texto adaptado a partir da publicação em: https://jailsonmendes.com.br/presidente-da-academia-matinhense-de-ciencias-artes-e-letras-lanca-livro-de-poesias/

A Baixada não é problema, é solução

Em 4 de setembro de 2019 12:29

A Baixada não é problema, é solução

A Baixada Maranhense é uma microrregião geográfica composta por 21 municípios, habitada por mais de meio milhão de pessoas, numa área superior a 20.000 km quadrados, com uma localização privilegiada, não apenas pela proximidade da Capital, mas também por ser zona de transição entre o semiárido nordestino e a região amazônica, o que torna as suas terras férteis e produtivas.

Formando uma enorme planície, quase ao nível do mar,na época das chuvas acumula uma lâmina d´água de aproximadamente um metro e é constituída pela imensidão de campos naturais, ostentando fauna e flora só comparáveis ao pantanal mato-grossense.

O seu ecossistema serve como berçário natural para uma majestosa biodiversidade, composta por animais, aves e peixes bem característicos do pantanal maranhense.

A Baixada possui um potencial hídrico extraordinário, reforçado pela existência dos rios Aurá, Maracu, Pericumã, Turiaçu, Pindaré, Mearim e outros, potencial esse que necessita de investimentos urgentes para contenção da água doce que escoa para o mar, deixando uma extensa área desertificada durante vários meses, todos os anos.

A eletrificação com a energia de Boa Esperança, a implantação de rodovias asfaltadas, o transporte por meio de ferry boats e projetos ainda a serem implementados, como os diques da Baixada, a ligação rodofluvial entre São Luís e os municípios de São João Batista e Cajapió, via município de Bacabeira, representam ações e planos de governo que contribuem e ainda vão contribuir bastante para o melhora-mento da qualidade de vida da população baixadeira.

Diante desse quadro, é hora de pensarmos no PLANO DE DESENVOLVIMENTO INTEGRADO DA BAIXADA MARANHENSE, alicerçado na implantação de projetos estruturantes e arranjos produtivos de grande alcance econômico e social, que transformarão a região numa grande produtora de alimentos, dentre outros fatores de crescimento.

A espinha dorsal da Baixada é a MA-014 (rodovia Vitória do Mearim-Três Marias), que cruza a maioria dos municípios. De suma importância também é a MA-106 (rodovia Cujupe-Pinheiro). Isso sem contar os ramais de acesso às sedes de vários municípios e as estradas vicinais.

Para iniciar esse processo de desenvolvimento seriam implantadas mini-usinas de etanol e biodiesel, sustentadas com o cultivo da cana de açúcar, girassol, mamona e aproveitamento do coco babaçu. A instalação de usinas eólicas e experiências com energia solar também deveriam ser priorizadas, devido à abundância de ventos e de luminosidade existentes na região. No Brasil, onde verificamos atualmente uma grande instabilidade climática em diversas regiões, vemos a Baixada mantendo uma regularidade propícia à sua autossustentação energética.

Incentivo ao desenvolvimento agropecuário e da agroindústria, com a implantação de uma bacia leiteira capaz de suprir a região metropolitana de São Luís e outras regiões do Estado; industrialização de laticínios e derivados; projetos de piscicultura, rizicultura e carcinicultura; criação de aves (frangos, patos, marrecos e outros); criação de abelhas, considerando a grande floragem durante vários meses do ano; campos agrícolas comunitários para produção específica de mandioca, milho, arroz, melancias e hortaliças. Tudo isso é possível para transformarmos a região da Baixada numa das mais prósperas do Estado, com investimentos públicos e privados e com base no PLANO DE DESENVOLVIMENTO INTEGRADO DA BAIXADA MARANHENSE.

O Governo Estadual daria um grande passo para reduzir a pobreza e garantir o desenvolvimento econômico-social, a partir da criação de uma “comissão de alto nível”, formada por técnicos identificados com a Baixada, contando ainda com o empenho de parlamentares estaduais e federais, que recebem o respaldo do eleitorado da região, para a alavancagem dessa iniciativa junto às diversas esferas governamentais. Somos de um tempo em que a Baixada elegia seus próprios filhos como parlamentares intransigentes e resolutos na defesa de seus mais legítimos interesses, o que infelizmente não ocorre hoje.

Todos que amam a Baixada devem lutar com tenacidade buscando a intervenção do Poder Público para a consecução desse sonho, viabilizando a construção dos Diques da Baixada (obra redentora da Baixada Maranhense), projeto reivindicado ao longo de muitos anos e que se encontra sob a responsabilidade da Codevasf, em fase de levantamento cartográfico e de estudos ambientais.

A Baixada não é problema, precisa somente da sensibilidade dos nossos governantes.

Crônica de Luiz Figueiredo, publicada no Livro Ecos da Baixada, nas páginas 28/31.

Anajatuba: portal da Baixada

Em 3 de setembro de 2019 20:50

Anajatuba: portal da Baixada

A Baixada Maranhense abre-se bela e acolhedora pelos campos de Anajatuba. Humilde e misteriosa, espalha seus campos na imensa planície verde que constitui a nossa região. Misteriosa e encantadora, canta na voz de seus morros as nossas lendas, repetidas pelos habitantes do campo num sussurro que mais parece uma prece.

Seus mistérios se misturam com a realidade, deixando em cada viajante que vem de longe uma expressão de espanto que não lhe tira a magia de seus encantamentos.

Por ali passavam as estradas de gado que, a partir do século XVII e até o início do século XX, conduziam as boiadas vindas do Sertão e de outros Estados até o Porto das Gabarras, hoje aterrado pelo capricho da própria natureza, para o abastecimento da capital. Restam hoje alguns estreitos igarapés por onde navegam pequenas igarités utilizadas pelos marisqueiros para a pesca de camarões, guardando a tristeza de ver os manguezais sendo destruídos por pragas de lagartas.

De seus campos, Raimundo Gomes Jutaí partiu com alguns vaqueiros conduzindo uma boiada da “ilha” Buenos Aires até Manga do Iguará, atual cidade de Nina Rodrigues, onde a ação dos baixadeiros invadiu a cadeia pública, liberando os prisioneiros e marcando o início da Guerra da Balaiada.

Os seus tesos exuberantes, que chamamos de ilhas campestres, se diluem na imensidão do campo, recebendo nomes exóticos que envolvem um passado construído por pessoas de diversas procedências, cujos fantasmas lendários construíram um conjunto riquíssimo de estórias inusitadas que a maioria dos homens do campo têm como verdadeiras.

Dos seus morros sagrados, ecoam os sons surdos das caixas do Divino ou de São Benedito, misturados com o rufar dos atabaques que acompanham danças ancestrais como o terecô ou coco e o Tambor de Crioulos, característica de nossa terra, onde só dançam os homens. De suas comunidades quilombolas se ouve a cantoria de trovadores e repentistas, menestréis que guardam as tradições vindas da Mãe África. Os livros que escrevi (Santa Maria de Anajatuba e Os Fantasmas do Campo I e II), se ocupam de contar essas histórias fascinantes, com suas luzes caminheiras, aparições e assombrações que encontram eco no imaginário popular.

Abençoados campos de Anajatuba, guardiões silenciosos da Baixada, onde várias espécies de peixe promovem o sustento da população: jejus, traíras, carambanjas, anojados (chamados de bagres ou mandis em outras regiões), piabas, pacus, cascudos e muitos outros que agora disputam o es-paço com as redes de engancho com malhas abaixo do que permitido pelo IBAMA, estendidas criminosamente no campo onde são apanhados ainda pequenos e jogados fora, mortos e em decomposição.

A Baixada serve de abrigo para muitas outras vidas. As suas aves encantam os céus com suas cores brilhantes e diversificadas: garças, guarás, marrecas e carões, dividem o espaço com as jaçanãs, algumas de tonalidade azul. Nas suas moitas de junco, abrigam-se os jurarás, a jacarerana, os jabutis e os jacarés que velam pelos ninhos das aves. E os homens, os maiores beneficiários dessa riqueza, a destroem com suas queimadas, transformando essas vidas como espécies em extinção.

Não podemos esquecer que, nas matas que rodeiam os campos, canários, canarinhos, rouxinóis, vivins, bigodes, caboclinhos e espécimes raras de beija-flores festejam principalmente as nossas manhãs com suas belas sinfonias.

Todos esses traços culturais guardam a memória de um povo que se delicia com expressões artísticas e literárias, ocasionando a fundação da primeira academia de letras da Baixada, no dia 31 de julho de 1999, a Academia Anajatubense de Letras, Ciências e Artes, a qual, embora fechada no seu próprio ambiente, abriga poetas, cronistas, compositores, artistas plásticos e artesãos que constituem o orgulho de sua gente.

É com essa contribuição, humilde, mas pujante, que saudamos a edição dos “Ecos da Baixada”, para cujo canto empresta também a sua voz e saúda o município de Matinha, caçula das academias de letras da Baixada Maranhense que por certo inspirará a criação de muitas outras.

Crônica escrita por Mauro Rego, publicada no Livro Ecos da Baixada, nas páginas 21/23.

Mauro Rego

Em 3 de setembro de 2019 20:26

Mauro Bastos Pereira Rêgo é natural de Anajatuba (MA). Pedagogo, poeta e pesquisador. Membro da Academia Anajatubense de Letras, membro da Academia Maçônica Maranhense de Letras e membro da Academia Itapecuruense de Ciências, Letras e Artes, é formado em Letras pela Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) e também em Pedagogia pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), com habilitação em Magistério Normal e Supervisão Escolar. É especialista em Língua Portuguesa pela Universidade Salgado de Oliveira. Tem uma cadeira na Academia Anajatubense de Letras e é forte colaborador da Academia de Letras do município de Itapecuru. Escreveu vários livros e alguns trabalhos de poesia, como Taça Vazia e Ganzola, contando histórias de sua infância e adolescência. Cronista do Livro Ecos da Baixada.

Ana, de Peri-Mirim para o mundo

Em 30 de agosto de 2019 23:37

Ana, de Peri-Mirim para o mundo

As pessoas constroem em torno de si seus espaços de existência, com suas singularidades, porém nunca sozinhas. Para o bem ou para o mal, constroem com outras pessoas, semelhantes ou não, o legado da vida e das suas circunstâncias.

Existem pessoas com exemplo de vida a serem compartilhados por seguidas gerações,  não pelo que agregaram ao seu patrimônio individual de natureza econômica ou material, mas pelo que dividiram de virtudes e sabedoria com os outros seres humanos que se dignaram a fazer parte do círculo de suas participações nos diferentes lugares de exercício de suas atividades profissionais e da vivência diária em suas próprias comunidades.

De Peri-Mirim para o mundo, nos fins da primeira metade do século passado, da união matrimonial de dois lavradores – seu José dos Santos e dona Maria Amélia – nascia uma menina, como tantas outras de uma família de dez irmãos, destinada a ser mais uma dentre milhões de crianças brasileiras nascidas na roça; nordestina, acometida de saúde precária, por conta dos surtos constantes de asma, que não lhe conferiam muita esperança de uma infância feliz e muito menos de um futuro diferente dos seus pares.

Contradizendo as circunstâncias adversas, essa menina, Ana, não apenas sobreviveu às dificuldades interioranas da pobreza comum aos municípios da Baixada Maranhense, como concluiu os estudos no Ginásio Bandeirante, o máximo que era permitido à época pela rede de ensino de Peri- Mirim.

Não conformada com essa conquista inicial, Ana partiu para enfrentar novos desafios na capital, prestando exames de admissão para o ingresso no ensino médio do Colégio Gonçalves Dias, e daí para uma jornada profissional e acadêmica que, resumindo, resultou na conclusão de dois cursos superiores, Ciências Contábeis e Direito, ambos pela Universidade Federal do Maranhão.

Paralelamente ao processo de formação, inaugura uma trajetória vitoriosa de acesso a variados cargos públicos, que se inicia no extinto SIOGE e prossegue pelo Ministério do Trabalho, Correios, Auditoria dos estados do Piauí, Rondônia e Maranhão, incluindo uma passagem pelo cargo de analista de controle do Tribunal de Contas da União, e culminando com a investidura no cargo de Auditora-Fiscal da Receita Federal do Brasil. Com exceção do primeiro, todos os demais sob o difícil crivo do concurso público.

Ana Creusa Martins dos Santos é o nome completo da personagem do artigo desta semana; um nome que com certeza não faz parte das colunas noticiosas ou do repertório de matérias sensacionalistas, ou mesmo dos destaques de personalidades do mundo político ou intelectual tão badalado pela imprensa do Maranhão.

Porém, para nós, colegas da Receita Federal do Brasil, que tivemos a honra de comungar por muitos anos da sua solidariedade funcional e competência técnica, um exemplo de dignidade, de pessoa humana que vai deixar uma imensa lacuna no serviço público federal brasileiro. Com todas as letras, e sem medo de errar, um dos melhores e mais capacitados quadros das assim denominadas carreiras de estado, integrantes do Ministério da Fazenda.

Nesta última sexta-feira, 13 de setembro de 2013, Ana completou o que ela mesma chama de mais um ciclo, dos muitos que a vida lhe proporcionou, aposentando-se do serviço público, após uma gloriosa e impecável carreira, cercada de grandes contribuições aos processos e procedimentos referentes à arrecadação e acompanhamento de ações administrativas e judiciais no campo tributário.

Numa cerimônia simples, como quase tudo que aconteceu e acontece em sua vida, realizada no quarto andar do imponente prédio do edifício-sede dos órgãos do Ministério da Fazenda no Maranhão, localizado no Canto da Fabril, Ana recebeu as merecidas homenagens de seus colegas pelo conjunto da obra e serviços prestados às instituições públicas por onde passou.

Ainda teve espaço e tempo para nos brindar com um agradecimento especial por tudo aquilo que o Estado lhe proporcionou, por meio da formação integral nos bancos de escolas públicas, manifestando a sua vontade de retribuir, dentro de suas novas possibilidades de tempo e dedicação, no pagamento da grande dívida social que ainda gera tantas desigualdades na sociedade maranhense e brasileira.

Deixa em nossos corações e mentes uma mensagem bastante simbólica e significativa, avisando que permanecerá engrossando as fileiras do combate às desigualdades e às injustiças sociais, como a dar alcance e sentido aos versos do poeta Thiago de Mello: “Não tenho um caminho novo. O que tenho de novo é um jeito de caminhar”, Só podemos lhe desejar sucesso nos caminhos novos, com seu jeito sutil de saber sempre caminhar pelas veredas retas da vida.

Texto de Joãozinho Ribeiro,  pulicado no Livro ECOS DA BAIXADA, páginas 17/20.

Joãozinho Ribeiro

Em 30 de agosto de 2019 23:15

João Batista Ribeiro Filho – o Joãozinho Ribeiro – é poeta e compositor. Foi presidente da Fundação Municipal de Cultura de São Luís (1997/1998), secretário de Cultura do Maranhão (2007/2009) e assessor do Ministério da Cultura (2009/2010).

 

Dia de Campo na Comunidade de Santa Luzia em Peri-Mirim

Em 28 de agosto de 2019 3:17

Dia de Campo na Comunidade de Santa Luzia em Peri-Mirim

O evento será realizado no dia 04 de setembro de 2019, a partir de 7 horas da manhã na Comunidade de Santa Luzia, em Peri-Mirim-MA. A comunidade inclui 10 (dez) famílias de pequenos agricultores que produzem: milho, cebolinha, quiabo, alface, vinagreira, cheiro verde, coentro, melancia, entres outros. A atividade é desenvolvida em parceria com a AGERP – Pinheiro, sob a coordenação do Engenheiro Agrônomo Teresinho Alves, que é natural de Per-Mirim. O trabalho conta com o total apoio do gestor da Agerp – Pinheiro, Rodrigo Belloti e da presidente estadual da Agerp, Loroana Coutinho de Santana.

Agrônomo Teresinho Alves e Daniel, líder da Comunidade

Daniel enfatizou que “antes da intervenção da Agerp, a gente trabalhava como nossos pais e avós, roçando e queimando as árvores, nem se sabia o que era cultivo sustentável, que causava danos ao solo e a produção era pequena. Com as práticas aprendidas, conseguimos melhorias não só para nós, mas para toda a população vizinha que pode olhar e fazer igual”, disse o agricultor, líder comunitário e multiplicador da tecnologia repassada pela Agerp.

Na última segunda-feira (dia 26/08/19), após comunicação com o agrônomo Teresinho, visitaram o local, os representantes da Academia de Letras, Ciências e Artes Perimiriense (ALCAP) e a Presidente do Fórum em Defesa da Baixada Maranhense (FDBM).

Representantes da Comunidade, da ALCAP e FDBM

Os visitantes ficaram surpresos com a beleza das verduras e hortaliças, cultivadas com a aplicação de técnicas modernas de agricultura e comprometeram-se em divulgar o evento, a fim de que mais pessoas possam conhecer o brilhante trabalho desenvolvido pela Agerp, o qual está sendo muito bem aceito pelas comunidades, além de estar sendo fator de desenvolvimento e segurança alimentar das pessoas.

Academia Perimiriense debaterá Regimento Interno e Comodato do Farol de Educação

Em 23 de agosto de 2019 22:42

Os acadêmicos e os amigos da Academia de Letras, Ciências e Artes Perimiriense (ALCAP) reunir-se-ão em assembleia no próximo domingo, dia 25 de agosto de 2019, para debater a proposta de Regimento Interno da Academia. O encontro ocorrerá  em Peri-Mirim, no horário de 08:00 às 17:00h.

A reunião será de grande importância, pois o Regimento Interno, além de regulamentar o Estatuto da entidade, oficializará alguns eventos relevantes para o desenvolvimento cultural e artístico do município, como o Concurso Artístico e Literário “Prêmio ALCAP Naisa Amorim”, que já teve a sua primeira edição, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação de Peri-Mirim (SEMED), no dia 29 de março de 2019, nas categorias Desenho, Poesia e Crônica, com o tema “Peri-Mirim e suas memórias, 100 anos de história”, em comemoração ao I Centenário da município, contanto com uma participação expressiva de estudantes.

Também está prevista na proposta de Regimento Interno a instituição da Comenda “Padre Gerard” destinada à condecoração de personalidades, instituições ou grupos que tenham se destacado por suas contribuições literárias, culturais, artísticas, religiosas e pesquisas em favor do desenvolvimento da pessoa humana e da sociedade perimiriense ou pelo estabelecimento de políticas e projetos para o desenvolvimento da educação, o ensino e civismo no município de Peri-Mirim.

Outra importante decisão que será oficializada no Regimento Interno será a criação de um Jornal, em forma de site, cujo nome  é O Resgate, pois a ALCAP tem por objetivo incentivar a cultura, promover o estudo, a memória, a divulgação da vida e da obra de personagens históricos e figuras artísticas e literárias, especialmente de filhos de Peri-Mirim, que contribuíram para o engrandecimento cultural do Maranhão ou do país. Sendo o jornal eletrônico um meio moderno e eficaz para divulgação desses eventos e personalidades.

Na oportunidade, os acadêmicos também analisarão o Projeto de Lei Municipal que possibilitará a cessão em comodato do prédio do Farol da Educação  para a ALCAP, que se destinará ao funcionamento da academia, sem prejuízo das atividades de biblioteca pública e outras atividades literárias e culturais, sempre no intuito de fomentar o desenvolvimento intelectual e cultural dos munícipes. Proposta que ainda será levada à Câmara Municipal e ao Exmº Sr. Prefeito.

Consta ainda da pauta o debate sobre o convite e a efetiva participação da ALCAP no I Encontro de Brincadeiras Culturais na Comunidade de São Raimundo, que ocorrerá no dia 1º de setembro, pois o tema encontra perfeita sintonia com os objetivos da academia.

Responsável pela edição: Ana Creusa